I never wanna die.
HomeAskArchiveTheme
via itsbangerz
via m-e-mo-r-i-e-s
via quero-voce-toddynha
via m-e-mo-r-i-e-s

“É fácil amar o outro na mesa de bar, quando o papo é leve, o riso é farto, e o chope é gelado. É fácil amar o outro nas férias de verão, no churrasco de domingo, nas festas agendadas no calendário do de vez em quando. Difícil é amar quando o outro desaba. Quando não acredita em mais nada. E entende tudo errado. E paralisa. E se vitimiza. E perde o charme. O prazo. A identidade. A coerência. O rebolado. Difícil amar quando o outro fica cada vez mais diferente do que habitualmente ele se mostra ou mais parecido com alguém que não aceitamos que ele esteja. Difícil é permanecer ao seu lado quando parece que todos já foram embora. Quando as cortinas se abrem e ele não vê mais ninguém na plateia. Quando o seu pedido de ajuda, verbalizado ou não, exige que a gente saia do nosso egoísmo, do nosso sossego, da nossa rigidez, do nosso faz-de-conta, para caminhar humanamente ao seu encontro. Difícil é amar quem não está se amando. Mas esse talvez seja, sim, o tempo em que o outro mais precisa se sentir amado. Eu não acredito na existência de botões, alavancas, recursos afins, que façam as dores mais abissais desaparecerem, nos tempos mais devastadores, por pura mágica. Mas eu acredito na fé, na vontade essencial de transformação, no gesto aliado à vontade, e ,especialmente, no amor que recebemos, nas temporadas difíceis, de quem não desiste da gente.”

via 29th-march

"A gente sempre tem uma esperança de que volte a ser como era antes. Não me venha agora dizer que não. A gente sempre acha que aquele alguém, vai voltar a ser como era caso você volte a procura-lo. E aí você procura. Liga, manda mensagem, se encontra em um barzinho qualquer e até gargalha com a pessoa. Sem magoas, sem ficar jogando coisas na cara. Ri no inicio por se lembrar de como era bom e logo chora pelo mesmo motivo. Pura nostalgia. A gente nunca se contenta com o fim, a gente sempre acha que tem uma chancezinha de ainda dar certo. Mas nem sempre dá. Ninguém é o mesmo sempre. Mas ainda assim, você vai tenteando, não é? Criando assuntos absurdos e sempre voltando a lembrar de como era antes. E aí? Você começa a ver que não é mais de você que essa pessoa precisa, não é mais você que ela chama pra sair e nem é mais você que ouve os soluços de choro e nem se quer ouve pequenas reclamações. Você percebe que os textos da pessoa, não são mais pra você e talvez, nem os seus pra ela. E aí meu caro… Tarde demais."

Jéssica Costa  (via textualiza)
via quero-voce-toddynha
via 2-dirtybitches
via should3r
via tvdphotos